Resenha do CD Rainbow – On Stage

Por muitos este show é considerado um dos melhores de todos os tempos do Rock. Juntamente com Made in Japan do Deep Purple, é um hino para quem curte o bom e velho Hard Rock setentista. Rainbow é a banda que Ritchie Blackmore fez após sua saída do De Leia mais

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Por muitos este show é considerado um dos melhores de todos os tempos do Rock. Juntamente com Made in Japan do Deep Purple, é um hino para quem curte o bom e velho Hard Rock setentista. Rainbow é a banda que Ritchie Blackmore fez após sua saída do Deep Purple. Para tocar junto com ele foi chamada a formação da banda Elf, composta por Ronnie James Dio nos vocais, Micky Lee Soule nos Teclados, Craig Gruber no Baixo e Gary Driscoll na Bateria. Esta formação só permaneceu até o primeiro CD, e nos próximos só sobrou o Dio nos vocais.


O show On Stage foi gravado em 1976 com outra formação: Ronnie James Dio (vocais); Ritchie Blackmore (guitarras); Tony Carey (teclados); Jimmy Bain (baixo); Cozy Powell (bateria).


Por muitos essa formação é considerada o Dream Team da música. O show começa com a empolgante Kill the King, que tem sua introdução com um começo do filme Mágico de Oz. Os integrantes deixaram todas as músicas com batidas mais rápidas ao vivo, e a Kill the King ficou com um toque especial.


A próxima música é a Man on the Silver Mountain, hino do primeiro CD, no meio da música começa um medley de blues com o Blackmore e o Carey, fazendo um lindo duelo entre guitarra e teclado, depois entra a empolgante Starstruck, que muito lembra os tempos de Deep Purple.


A seguinte é a Catch the Rainbow, uma das músicas mais lindas já feitas no Rock. Uma letra emocionante e uma apresentação impecável, toda a banda mostra estar unida e empolgada, com muito virtuosismo e habilidade.


Mistreated foi uma música feita pela terceira formação do Deep Purple com Glenn Hughes e Coverdale nos vocais, uma bela canção com ótima interpretação de Ronnie James Dio.


Sixteenth Century Geenleaves é particularmente uma das que mais gosto, pelo solo improvisado pelo Blackmore no começo e porque ao vivo ela ficou bem melhor e mais animada, uma bela atuaçãodo baixo de Jimmy Bain.


O show é fechado com Still I'm Sad, com um solo especial de Tony Carey, que faz com que o show termine com muita classe e nunca mais seja esquecido.


1 comentário | quem votou [46] | enviar por e-mail

escrito por HelioJenne + Amigo
Site: http://heliojenne.blogspot.com/
141 dias 7 horas 39 minutos atrás
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Olá Dorly, esse disco é realmente fantástico e captura o Rainbow com a formação original. Histórico, eu diria! Sua análise é muito boa. Mostra que entende do riscado! Um forte abraço e sucesso!





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